domingo, 11 de março de 2012

Divagações sobre a capacidade de auto-transformação do ser humano

Hoje nós conversamos sobre essa capacidade inata humana, que propulsiona, quando bem canalizada, o ser humano a uma expansão consciencial recheada de grandes descobertas. A capacidade de auto-transformação de cada um de nós...e que me faz indignado, a cada vez que percebo o quanto cegos estamos à respeito dela...
Que possamos mudar...e sempre para uma posição mais altruísta que a ultrapassada, mudemos de caminho, mudemos de pensamento, de vibracão, de vida...viva a mudança, viva a transformação!

OMNIA MECUM PORTO

sábado, 10 de março de 2012

Provavelmente...

Praticamente previsível a possibilidade quotidiana, se torna imprevisível com uma previsibilidade incrível. As probabilidades estão sempre do lado de quem pensa caóticamente, pois o caos é o todo, e o todo, sempre existiu.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Batimento Cardíaco Onírico

Se a vida é um sonho, então onde estamos quando acordamos? Não...a vida não é um sonho. O sonho faz parte da vida, mas a vida pode ser um sonho lúcido, se assim desejarmos. Amor incondicional em toda existência, na consciência sem penitência...infinita serenidade na turbulência do nosso tempo. Guerra? em todo lugar... dentro e fora.

Guerra em desenhos, poemas, na vida....com balas, com mortes....atitudes extremas. O outro extremo? Se perdeu de vista....não pra mim.

Continuo amando.

sexta-feira, 12 de março de 2010

De volta pra casa...

De volta pra casa, será? Será que a casa será a mesma....não sei dizer. Creio que aquela frase "Você nunca entra no mesmo rio duas vezes" se faz pertinente neste contexto.

Mas a casa é minha....sempre será...e sempre terá retratos e memórias (nas paredes ou, guardada nos armários), e isso será sempre bem vindo.

Bem vindo de volta pra mim!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Desejos, Ensejos e Bocejos

O que é o desejo? Digo o sexual...aquele que perpetua a espécie humana. Será ele o desejo original, e dele se deriva todos os outros desejos que podem se formar na mente? Por que desejar muitas vezes é mais saboroso que possuir? São perguntas sem respostas num mar de respostas à deriva....procurando por um questionamento. Se minhas palavras são vazias, o que é esse sentimento que te preenche enquanto lê essas linhas? O desejo? Talvez um desejo que ainda não sabe o que quer.....um desejo primordial, à procura de um objeto, um assunto, um signo a ser desejado. Sim eu desejo....mas não desejo ter. Desejo desejar, e que esse ensejo promíscuo humano, leviano e carnal, não termine num eterno bocejo.

Que minha vida se resuma em desejos e realizações, que minha percepção de mundo consiga te contagiar, e que você perceba...a arte simplória de apenas ser sem ter, de ter-se sem se ater, de tecer e ceder enquanto puder caminhar, que sua vida seja desejo primordial....e acima de tudo, que seu desejo seja verdadeiro, sua lógica incerta e seu espírito livre.

O desejo é seu par de asas, amigo Ícaro.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Liberdade...

Todos buscamos a liberdade...liberdade a todo custo! Mas o que é liberdade? A utilizamos? Até onde se é livre? Me sinto preso pelas correntes de uma liberdade ilusória, uma teia construída socialmente que nos limita ao mesmo tempo em que nos é vendida como a mais nova coqueluche contemporânea, faça o que quiser! (e pague por isso...)

Liberdade de expressão? Liberdade de pensamento?

Penso...logo existo. Se existo, então até onde penso? Se sou livre, que amarras conceituais, econômicas e ideológicas são essas? Sim podemos ser livres, mas o primeiro passo para a liberdade plena, é se libertar de você mesmo. Saia de dentro dessa carcaça humana, construída pelos valores manipulados de uma elite social, renove-se, crie-se e, por que não, destrua-se!

Liberte-se...mas seja realista, exija o impossível!

A Efemeridade Global....

Cá estou eu...novamente digitando palavras ao vento. Vento frutífero, ou será apenas uma brisa passageira? Porque todas as coisas são simplesmente tão efêmeras nos dias atuais? Novelas, propagandas, faculdade, relações, inter-relações, relacionamentos,  estudo, és nada...
Meu niilismo talvez esteja mais latente do que de costume, mas meu sorriso já não me agrada como geografia facial a algum tempo. Mas não estou triste. Não comigo. Sinto que me afasto propositalmente de um mundo medíocre para mergulhar em um outro...de mediocridade mais amena, porém mais aguda.
Acordo de manhã (para que? para quem?), trabalho duro (para que? para quem?), vou à universidade (para que? para quem?), faço sexo (para que? para quem?), me alieno na tv ou na internet (para que? para quem?)...
Me alieno porque a alienação é companheira do ser humano, o ser, o sentir-se humano, o humano que há dentro de você. Por vários anos procurei a resposta correta para calar meus questionamentos, mas agora percebo...quem sou eu, senão meus próprios questionamentos?
Talvez devesse fugir da resposta, mas acho trabalhoso demais correr do fim para o fim, que o fim chegue efêmero como todas as coisas, como uma novela da globo que intensifica o torpor social, como a aula sem professor, como o coração cheio de sentimentos vazios, como meu corpo.....efêmero.