terça-feira, 1 de abril de 2014
Onomatopéias Mentais
Sentimentos são teorias que surgem da prática, são tufões cósmicos de não-ventos constantes imutáveis em suas mudanças diárias. São e não são, no louco e no são, sem regra nem sanção, uma queda na ascensão... É morte na vida em ação.
Ou melhor... Nada é . Talvez só o fruto maduro da nossa ingênua imaginação.
Amor.
Amar.
Ah...não!
domingo, 23 de junho de 2013
Simulacros de encapsulamento emocional
Relações, correlações e invenções. Protuberâncias latentes no corpo áurico sob luzes escuras no âmago de cada ser. Beber amor, engolir felicidade.... Regurgitar se possível... trazer o impossível de volta do estômago numa mastigação voraz e incansável... Morder velhas lembranças e saborear seus dilacerados pedaços como o alimento nutritivo que alimentará o escuro que há dento de mim. Cheio de luz...encapsulado como balas da indústria química para crianças, emocionalmente me encanto com a falta de tudo, o simulacro fica vazio depois de muito tempo sem nada, se torna agradável.... Úmido... Afável... Prático... Se torna eu.
domingo, 11 de março de 2012
Divagações sobre a capacidade de auto-transformação do ser humano
Que possamos mudar...e sempre para uma posição mais altruísta que a ultrapassada, mudemos de caminho, mudemos de pensamento, de vibracão, de vida...viva a mudança, viva a transformação!
OMNIA MECUM PORTO
sábado, 10 de março de 2012
Provavelmente...
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Batimento Cardíaco Onírico
Guerra em desenhos, poemas, na vida....com balas, com mortes....atitudes extremas. O outro extremo? Se perdeu de vista....não pra mim.
Continuo amando.
sexta-feira, 12 de março de 2010
De volta pra casa...
Mas a casa é minha....sempre será...e sempre terá retratos e memórias (nas paredes ou, guardada nos armários), e isso será sempre bem vindo.
Bem vindo de volta pra mim!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Desejos, Ensejos e Bocejos
Que minha vida se resuma em desejos e realizações, que minha percepção de mundo consiga te contagiar, e que você perceba...a arte simplória de apenas ser sem ter, de ter-se sem se ater, de tecer e ceder enquanto puder caminhar, que sua vida seja desejo primordial....e acima de tudo, que seu desejo seja verdadeiro, sua lógica incerta e seu espírito livre.
O desejo é seu par de asas, amigo Ícaro.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Liberdade...
Liberdade de expressão? Liberdade de pensamento?
Penso...logo existo. Se existo, então até onde penso? Se sou livre, que amarras conceituais, econômicas e ideológicas são essas? Sim podemos ser livres, mas o primeiro passo para a liberdade plena, é se libertar de você mesmo. Saia de dentro dessa carcaça humana, construída pelos valores manipulados de uma elite social, renove-se, crie-se e, por que não, destrua-se!
Liberte-se...mas seja realista, exija o impossível!
A Efemeridade Global....
Meu niilismo talvez esteja mais latente do que de costume, mas meu sorriso já não me agrada como geografia facial a algum tempo. Mas não estou triste. Não comigo. Sinto que me afasto propositalmente de um mundo medíocre para mergulhar em um outro...de mediocridade mais amena, porém mais aguda.
Acordo de manhã (para que? para quem?), trabalho duro (para que? para quem?), vou à universidade (para que? para quem?), faço sexo (para que? para quem?), me alieno na tv ou na internet (para que? para quem?)...
Me alieno porque a alienação é companheira do ser humano, o ser, o sentir-se humano, o humano que há dentro de você. Por vários anos procurei a resposta correta para calar meus questionamentos, mas agora percebo...quem sou eu, senão meus próprios questionamentos?
Talvez devesse fugir da resposta, mas acho trabalhoso demais correr do fim para o fim, que o fim chegue efêmero como todas as coisas, como uma novela da globo que intensifica o torpor social, como a aula sem professor, como o coração cheio de sentimentos vazios, como meu corpo.....efêmero.
domingo, 2 de dezembro de 2007
Um começo?
Momentos que custurados montam a malha da existência individual, que por si só se junta com outras...e formam uma rede de destinos que se cruzam em um emaranhado de possibilidades, de atitudes e ações que provocam reações e conseqências numa dança perpétua que nos seduz sem mesmo ser perceptível.
Um começo?
Não sei...talvez apenas uma estaca cravada no chão, no meio de muitas outras que ainda estão por vir.

